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10 dicas para engravidar


O verão sempre pareceu a melhor época para ficar grávida. Não só pela data de nascimento do bebê, que vai nascer na primavera, uma boa época com temperaturas amenas que beneficiam o desenvolvimento do bebê e de toda a família para viver uma vida ao ar livre, mas também pelo relaxamento de que o casal desfruta durante o período de férias favorece a predisposição para engravidar.

E as estatísticas provam isso. Um estudo conduzido pela clínica de reprodução assistida Ginefiv revela que a demanda por tratamentos de fertilidade aumenta nos meses de verão em 12 por cento em comparação com o resto do ano. As horas de trabalho no verão e os intervalos de férias promovem naturalmente a gravidez e também ajudam a lidar com o tratamento reprodutivo assistido.

O verão, o relaxamento das férias, o relaxamento dos horários ... influenciam de forma decisiva na predisposição para engravidar, mas há outros fatores a ter em conta, como estes 10 dicas para engravidar recomendado pela equipe médica da clínica Ginefiv:

1. Idade. Após os 35 anos, começam as dificuldades para engravidar, o risco de aborto espontâneo aumenta e a possibilidade de o bebê sofrer de uma doença cromossômica. A cada ano de atraso a partir dos 35 anos, as chances de engravidar são reduzidas em 5%, devido à diminuição da qualidade do oócito e da reserva de ovos.

2. Vida saudável. O tabaco e o álcool reduzem as chances de gravidez e aumentam as chances de aborto, gravidez extrauterina e outras complicações, como placenta prévia, prematuridade ... e até mesmo o risco de menopausa precoce. O álcool é totalmente proibido durante a gravidez.

3. Peso ideal. A obesidade e a magreza extrema são prejudiciais à fertilidade. Por um lado, a obesidade está associada à falha da ovulação e a um risco aumentado de diabetes gestacional e hipertensão, ao passo que ser muito magro pode reduzir a produção do hormônio GnRH e alterar a ovulação, além de afetar a disponibilidade do revestimento uterino para permitir embrião para implantar nele.

4. Alimentos que ajudam. Uma dieta rica em antioxidantes (como frutas e vegetais), vitaminas, ácido fólico (presente em alimentos como cereais) e ácidos graxos ômega-3 (atum, salmão, sardinha ou marisco), pois podem melhorar a qualidade de óvulos e espermatozóides masculinos. Em contraste, o café e os alimentos feitos com farinhas refinadas afetam negativamente a fertilidade feminina.

5. Relaxamento. O estresse pode diminuir as gonadotrofinas e aumentar os níveis de prolactina, o que pode levar à falta de ovulação.

6. Saúde sexual. Calcular os dias férteis para fazer sexo e ser acompanhada pelo ginecologista quando se deseja ter um filho é fundamental para um bom início e andamento da gravidez.

7. Medicamentos. Alguns medicamentos afetam a fertilidade ou interferem com os medicamentos em tratamentos de fertilidade; outros podem causar defeitos fetais e até abortos espontâneos, por isso o médico deve ser informado.

8. Esporte. É aconselhável diminuir o ritmo do esporte na gravidez e a intensidade do exercício, sem abandoná-lo.

9. Atitude positiva. Manter um estado emocional equilibrado é essencial. O otimismo faz parte desse plano para engravidar.

10. Casal. Um terço das causas da infertilidade em casais deve-se ao sexo masculino. A boa qualidade do esperma depende de vários fatores: eliminar o consumo de tabaco e álcool, que influenciam negativamente a contagem de espermatozoides, cuidar da dieta, controlar o estresse e evitar o uso de roupas íntimas apertadas.

Marisol New.

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